quinta-feira, 6 de outubro de 2011

RELATÓRIO DA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

AUTARQUIA EDUCACIONAL DA MATA SUL
FACULDADE DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA MATA SUL – FAMASUL
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA











RELATÓRIO DA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA: Dificuldades de Aprendizagem no Ensino de História








ALBILENE LOPES
                                                                                      DENIS BLIAN
IZABELLE AMBRÓSIO






















PALMARES, 2011.2
                 




             
                                                                                ALBILENE LOPES
DENIS BLIAN
IZABELLE AMBRÓSIO










RELATÓRIO DA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA: Dificuldades de Aprendizagem no Ensino de História






Relatório apresentado como requisito parcial a obtenção de nota na disciplina de Prática Pedagógica VII, sob a orientação do Prof. Ms. Marlon Oliveira.



















PALMARES, 2011.2





Autarquia Educacional da Mata Sul - AEMASUL
Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul – FAMASUL
Departamento de História – Licenciatura em História
Prática Pedagógica VII – 2011.2


RELATÓRIO DA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA (R.I.P)


1.    Introdução:

Refletir sobre o ensino e aprendizado de história. Captar, do ponto de vista do aluno, a essência do que se vê no dia a dia escolar. Esses dois verbos: refletir e captar, foram palavras-chave que nos auxiliaram durante a intervenção pedagógica na Escola Cristiano Barbosa e Silva, na cidade de Barreiros. Um dos objetivos propostos foi exatamente a busca de respostas a indagações que têm persistido ao longo da história da disciplina. Dentre as ideias apresentadas na intervenção, existe uma que não foi descrita explicitamente no plano de intervenção mas que merece ser citada, que é exatamente o porquê desse tema ser tão sofrido. Obviamente há os alunos que gostam da disciplina de História, todavia, é muito mais fácil fazer a pergunta: “você gosta de História? E ter um “não” como resposta, do que perguntar o gosto do aluno por qualquer outra disciplina e ter a mesma resposta. Há uma gama muito grande de alunos que gostam de Matemática, e outros que gostam de Português, somente para citar as mais populares, contudo quando se fala em História, há um receio tremendo em relação à disciplina. O tema “Dificuldades de Aprendizagem no Ensino de História” vem justamente nos proporcionar a reflexão sobre os problemas que afligem tanto alunos quanto professores da disciplina de História. Conceitos abstratos, que envolvem um passado desconhecido pelos alunos, Ideias previamente concebidas em relação à História que lhes é repassada didaticamente. Dentre outras ideias apresentadas durante a intervenção, estas foram as mais utilizadas, pois suscitam questões simples, mas que evidenciam a falta de debates sobre o assunto. A partir destes questionamentos, foi possível apresentar as ideias e “captar” as nuances do que os alunos acham da disciplina em si. A título de introdução, podemos afirmar então que, a despeito dos desafios inerentes à empreitada, a intenção maior da intervenção, qual seja contribuir para o difícil, mas desafiante e, na maior parte das vezes, muito prazeroso trabalho do professor que diariamente enfrenta classes com alunos portadores de diferentes anseios ante um mundo complexo e nebuloso que se abre para eles, foi o ápice do projeto, pois cada ideia apresentada remete a esse desafio de se entender as dificuldades no aprendizado de História. 

2.    Descrição das Atividades de Intervenção:

No dia 19 de setembro de 2011, nosso grupo se dirigiu a Escola Estadual Cristiano Barbosa e Silva, localizada na cidade de Barreiros-PE, para a aplicação do Projeto de Intervenção. O grupo no qual o projeto foi aplicado tratava-se do 3º ano do Ensino Médio, uma turma de aproximadamente 25 alunos, na faixa etária dos 15 aos 18 anos de idade. Inicialmente foi solicitado a professora que permitisse nos apresentarmos à turma, e diante da resposta positiva, nos apresentamos na seguinte ordem: Denis Blian, Albilene Lopes e Izabelle Ambrósio. Procedidas às devidas apresentações, o acadêmico Denis Blian expôs, de forma introdutória, os aspectos inerentes ao nosso projeto, enfatizando perante os alunos o fato de também sermos estudantes, e cursarmos a disciplina de História como graduação universitária. De forma pontual, foi explanado diante dos alunos os motivos da intervenção, qual seja compreender, a partir do ponto de vista deles, alunos, a maneira como enxergam a disciplina de História, bem como sua inestimável ajuda para que nós também, enquanto alunos de História, pudéssemos comparar nossas dificuldades atuais com as deles.
Esta primeira fase do projeto foi balizada no questionário proposto por nossa equipe, questionário este que, como foi explicado aos alunos, não tinha um caráter avaliativo, e seu caráter era meramente subjetivo (pessoal). Desta forma, iniciando pelo acadêmico Denis Blian, o Projeto se ateve a uma questão inicial, que foi: "o que eles, alunos, entendem por História?". Estrategicamente, foi incitado aos alunos responderem não com respostas prontas, que anteriormente tenham sido feitas em testes ou perguntas em sala de aula, mas com o que realmente eles entendiam, intimamente e livre de qualquer ideia previamente definida, como História.
Prosseguindo com as questões propostas, foi feita uma pergunta aparentemente simples: "Você gosta da disciplina de História?" E foi aí que a essência da dificuldade começou a aparecer, pois na primeira questão, a resposta tinha um caráter mais analítico, pois falar o que entendia por História exigiu uma análise por parte de cada aluno, todavia, ao lhe ser perguntado se gostam de História, a resposta seria baseada numa opinião, e aí as mais diversas opiniões surgiram. Alguns alunos afirmaram gostar de História, e à sua maneira, definiram que o motivo era por ser uma "disciplina interessante", e "muito boa de estudar", outros responderam com um "mais ou menos", afirmando que a "matéria" é muito "desestimulante", "decorativa", "sem incentivo nenhuma para o dia a dia", profissionalmente falando. Alguns responderam que "não", não gostam da disciplina, pois não lhes desperta nenhum interesse. De forma geral, o início da intervenção nos mostrou o rumo que nossa pesquisa tem tomado, levando em consideração a nossa proposta para o TCC, haja vista que no próprio título já falamos de dificuldades, as quais permearam grande parte da apresentação. A turma objeto de nossa intervenção, o terceiro ano, era composta de alunos, em sua grande maioria, advindos da zona rural e periférica da cidade, com um padrão de vida bem abaixo do ideal. Em vista disso, algumas das respostas careceram de um significado mais bem elaborado, contudo serviu para nos mostrar algumas nuances do aprendizado em geral dos alunos da escola. Sendo questionados sobre como enxergam a disciplina de História, e qual a importância da mesma para o seu aprendizado, novamente um "quê" de alienação analítica permeou as respostas dos alunos. Uma das respostas que mais nos chamaram a atenção foi a seguinte: "Não tenho uma visão concreta sobre o ensinamento da disciplina de História, mas a sua importância reside no que eu possa aprender sobre vários aspectos históricos(...)". Essa resposta nos evidencia uma dificuldade de grande parte da turma onde se deu a intervenção.
Importante ressaltar que à medida que o projeto se desenvolveu, a turma percebeu que nossa "missão" ali não era somente mostrar algo a eles, mas também aprendermos algo com eles. Na sequência de questões, ainda sob a apresentação do acadêmico Denis Blian, foi levantada a seguinte questão: "Sendo uma disciplina que incentiva a leitura, você se considera um bom leitor?". Esta pergunta finalizou a apresentação do primeiro integrante do grupo de intervenção, porém inaugurou um novo rumo do trabalho, pois foi aí que surgiu uma dificuldade comum a quase todos os alunos, de toda e qualquer disciplina, a saber a dificuldade na leitura. Novamente as respostas suscitaram uma discussão salutar, pois desde secos "não", a tímidos "sim", percebemos o quão é difícil falar de leitura com qualquer aluno.
Nesse ponto, a intervenção tomou um rumo diferente, haja vista que os alunos passaram a nos questionar sobre como gostar de História, se é uma "matéria" decoreba, ou como gostar de ler se as leituras são muito chatas. Nesse ínterim iniciou-se a apresentação de Albilene Lopes, a qual lançou uma questão diretamente ligada à questão anterior, que foi a pergunta "Você gosta de ler?". Nesse momento o debate focou-se no gosto pela leitura independente da disciplina de História, mas a leitura em si, pois toda e qualquer leitura, desde revistas em quadrinhos a tratados de física e química, passando por romances e outros, são a base para o bom desenvolvimento de qualquer leitor. Albilene focou então nos aspectos de uma boa leitura no desenvolvimento dos alunos.
Levando em consideração a já sabida falta de interesse de grande parte dos brasileiros na leitura, e em virtude de não haver uma campanha séria de incentivo ao hábito de ler, Albilene Lopes falou sobre o grande impacto que a leitura tem na vida de qualquer pessoa.  Foi informado então a turma que pesquisas mostram que quanto mais cedo se começa a ler, maiores são as chances de se tornar um leitor assíduo. Pois com a leitura  se aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral. Debatemos então a importância da leitura para desenvolver a criatividade, a imaginação e de toda sorte adquirir cultura, conhecimentos e valores. Nesse ponto da intervenção alguns alunos perguntaram então sobre o uso da internet como instrumento de leitura, e essa observação nos mostraram o resultado de todo um processo de evolução na forma como se lê atualmente, ponto este também debatido em sala de aula com a turma. Apostando então nesse novo rumo da intervenção, passamos a perguntar quais os benefícios da leitura para os alunos, e muitas respostas nos ajudaram a compilar algumas observações que agora compõem este relatório e que foram externadas perante os alunos. Mostramos a eles que a leitura constante desenvolve o repertório, intrinsecamente ligado ao sucesso profissional e pessoal. Desenvolve ainda o senso crítico, também imprescindível a um aluno de história, dentre outras coisas. Importante ressaltar que durante todo esse debate sobre a leitura, lembramos que o ato de ler, voltado para o aprendizado de história, contribuiria muito para que eles, alunos, passassem a entender vários aspectos da disciplina que até aquele momento ainda não entendiam, e para isso o primeiro passo seria se apaixonar pela leitura seja qual for. Para isso a colega Albilene destacou que toda leitura é bem-vinda, pois há livros para divertir, para imaginar, para conhecer outras culturas, para estudar, para consultar. Enfim, um bom aluno pressupõe-se que seja um aluno que goste de ler. Surpreendentemente, alguns alunos informaram que leram pelo menos dois livros no ano, uma média muito baixa levando-se em consideração o que seria ideal, porém na média nacional, o brasileiro ler pouco mais de dois livros por ano, evidenciando que esse é um problema de proporções nacionais.
Albilene finalizou então analisando os aspectos referentes aos objetivos da disciplina de História, e as respostas que foram dadas nos mostram que o aluno do ensino médio ainda tem uma concepção de história que serve apenas para falar do passado, de como as pessoas viviam e se comportavam, bem como faz referência apenas a acontecimentos históricos de lugares a pessoas.
Izabelle Ambrósio, a terceira a se apresentar durante a intervenção, iniciou sua parte na apresentação com a questão: "se você pudesse alterar alguma coisa no modo como a disciplina de História é ensinada, o que mudaria?". As mais variadas respostas foram dadas, mas o lugar-comum foram as críticas aos métodos de ensino, referências às aulas repetitivas e decorativas e acima de tudo a falta de motivação. Alguns alunos arriscaram a manifestar-se sobre mudanças nesses aspectos, todavia, talvez um ou dois tenha mencionado uma metodologia mais crítica, porém sem usarem diretamente estas palavras. Izabelle mencionou então as dificuldades encontradas em pôr em prática toda teoria analisada em sala de aula, bem como as dificuldades inerentes aos professores. Em relação ao sentimento que o aluno demonstra no tocante a disciplina ser decoreba, Izabelle elaborou uma pequena explanação para os alunos, na qual demonstrou que na maioria das vezes, eles estudam as "partes", e não compreendem o "todo", e por isso a disciplina muitas vezes é vista como enfadonha e decorativa, pela dificuldade em estabelecer um pensamento contínuo. Aproveitou ainda para ressaltar que o professor possui o papel fundamental em fazer com que a disciplina fique interessante ao aluno.
Finalizando a intervenção, foi proposto um questionário à professora, cujas perguntas, algumas semelhantes às dos alunos, e outras específicas, os envolveram no debate. A mesma informou que está lecionando na disciplina de História há um ano, porém já identifica algumas dificuldades, algumas comuns a todas as disciplinas, e outras bem mais direcionadas a história. Izabelle lhe questionou então sobre a disciplina, tendo a mesma afirmado gostar de ensinar, e que afirmou que a disciplina lhe ajuda a se conhecer, e analisar o seu modo de agir e pensar mais criticamente. No quesito leitura, informou que leu somente um livro este ano, menos de que alguns alunos. No quesito alteração na metodologia, afirmou que se pudesse, sairia da sala de aula, e utilizaria a informática, o espaço aberto e o teatro para ensinar muita coisa. Definiu a falta de conhecimento como uma deficiência, pois afirmou que é necessário sempre expandir seus conhecimentos, porém nem todo professor faz isso, o que termina engessando a disciplina, e consequentemente os próprios alunos. Definiu ainda vários quesitos como imprescindíveis ao aprendizado, como explicação, dinâmica, teatro, etc. E por fim finalizou, atribuindo à falta de atenção e motivação, por parte dos alunos, e motivação, por parte do "sistema" as dificuldades no aprendizado da disciplina. E com isso finalizamos a intervenção pedagógica na Escola Cristiano Barbosa e Silva.

3.    Sintetização das idéias obtidas na Intervenção Pedagógica:

Dado o caráter de informalidade durante a apresentação, o grupo que participou da intervenção foi instigado a externar suas opiniões e sugestões livremente. A estratégia utilizada foi a mais simples possível, porém sem perder o foco, que era coletar o maior número de informações que pudéssemos. Algumas entrevistas pessoais com alunos que se mostraram mais interessados foram de extrema importância para compor o rol de informações que foram colhidas e que futuramente serão convertidas em ideias para a composição do projeto de pesquisa.
Para chamar a atenção dos alunos, mencionamos alguns dados referentes à pesquisas sobre dificuldades no aprendizado de história, complementando com algumas informações que fazem referência direta à dificuldade apresentada pela maioria dos alunos no que se refere à disciplina de história. Usamos também a incitação à curiosidade da turma, instigando-os a buscar conhecer a verdadeira história, os fatos por trás dos fatos. Orientado-os a quando da aula de história, tentar vivenciar o passado através dos textos e imagens, como se estivessem lá.
De modo geral, as discussões se encaminharam para o atual modelo do ensino brasileiro, e inclusive a professora entrou na discussão, acrescentando que o ensino fundamental brasileiro é de péssima qualidade, e tem contribuído para a má formação de uma parcela da geração futura. Foi mencionado então pela professora que o formato ultrapassado de ensino-aprendizagem acarretará em cidadãos mal formados no desempenho de suas funções profissionais. Oportunamente foi reconduzido o assunto para a esfera da dificuldade na aprendizagem de história, e os alunos, já interessados em algumas curiosidades históricas, passaram a questionar sobre assuntos que antes somente tinham visto no modelo tradicional de ensino, com uma metodologia pedagógica engessada. Foi interessando perceber que o "novo" se mostrou bom aos olhos deles, pois descontando o fato de que nosso grupo de intervenção pedagógica estava ali temporariamente, eles nos deram a impressão de querer saber mais sobre qualquer coisa que falássemos, desde que fosse interessante, e aí passamos a perceber que ali já se desenhava um ponto importante para ser aplicado futuramente, que é a busca por metodologias que inovem no objetivo de cativar o aluno em sala de aula. Baseados nisto, fizemos uma lista de dicas que podem ser utilizadas no processo de aprendizagem, e perguntamos aos alunos que sugestões poderiam dar. Essa interação resultou de conteúdos que podem ser resumidos da seguinte forma: Visitas virtuais, pois as tecnologias da informação permitem coisas inimagináveis há alguma tempo atrás, e uma delas é visitar locais em 3D com apenas um clique. Esta é a função das visitas virtuais, que permitem aos alunos viajar pelos monumentos e regiões que se tornaram parte da história universal. Em seguida falamos sobre os clássicos da história, que são obras que marcaram época e documentos que foram imortalizados através de gerações. Para aqueles que gostam de games, mencionamos os games históricos, os quais permitem aprender história de forma lúdica. Foi trabalhado também dos atlas históricos, os conhecidos mapas históricos que ajudam a visualizar os fatos e aprofundar alguns conteúdos de história, tendo sido explicado que os mapas contêm explicações dos fatos ali abordados, de forma a facilitar a compreensão. Tratou-se também dos infográficos, que permitem a abordagem de fatos históricos de forma interativa, com grande quantidade de informações.
Finalizando, deixamos pra eles algumas técnicas de como estudar história, tais como: 1) Faça resumos inteligentes: quando estudar um determinado tema (Revolução Francesa, Feudalismo, Renascimento, etc.), focalize sua atenção nas causas e conseqüências de cada evento histórico. Quem lucrou? Quem perdeu? Como foi o processo, quais foram as ocorrências historicamente relevantes e que podem ser exploradas?
2) Siga o dinheiro: ao longo dos tempos, sempre houve um pequeno grupo social que predominava e quase sempre se dava bem. Mas, não raro, a bonança durava no máximo alguns séculos; depois surgia uma nova classe social que ascendia e tomava o poder, por bem ou por mal. Algumas vezes, essa transição era relativamente lenta, tranqüila e negociada; em outras, foi violenta, gerou revoluções traumáticas e sanguinárias.
Para verdadeiramente entender os processos históricos, siga o dinheiro. Analise quem eram os detentores do poder econômico, pois os fenômenos políticos, militares e sociais geralmente escondem fortes interesses monetários. Uma classe com poder econômico raramente admitia ficar de fora das altas esferas políticas e sociais. Mais cedo ou mais tarde, os detentores do dinheiro acabavam por tomar o poder ou por influenciá-lo fortemente.
3) Pense o pior dos chamados "vultos históricos", pois aí você terá um quadro realista do que aconteceu numa determinada época. A natureza básica do ser humano é essencialmente mesquinha e egoísta. Raras foram as manifestações de altruísmo e humanidade, infelizmente. E por último, mas não menos importante, seja crítico, pesquise analise e procure descobrir as verdades por si só, sem interferências.
Enfim, tendo em mãos todo o material colhido durante a intervenção, usaremos todas essas ideias para embasar o nosso futuro projeto de pesquisa e balizar a forma como o mesmo será desenvolvido, dentro da dinâmica dos objetivos propostos no Projeto de Intervenção ora concluído, e que serão problematizados de forma mais específica na pesquisa posterior.



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